Marina Borges

Porto Alegre, Brasil, 1993

Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

 

A prática de Marina Borges (1993, Porto Alegre) absorve e reindexa um catálogo específico de materiais industriais, como couro, látex, silicone, metal e imagens extraídas da indústria cultural. Por meio de operações que deslocam, obliteram e acoplam, a artista cria arranjos insólitos que invocam uma gramática universalmente inteligível ao passo que provocam inquietação e estranhamento. Suas obras emergem nas fissuras que o surrealismo pode abrir na dureza do cotidiano, existindo num limbo entre a magia do feitiço e a brutalidade da matéria, entre os mistérios de subculturas e os excessos da cultura de massa, entre a complexidade dos desejos e os fetiches da economia. A artista cria objetos, vídeos e fotografias que propõe diálogos entre forma e conteúdo para elaborar experiências táteis e sinestésicas que embaralham percepções e sensações, gestando novos significados que só podem existir no balanço frágil entre magnetismo e repulsa.
Realizou exposições individuais na Fotogaleria Virgílio Calegari (2018, Edital IEAVi, Porto Alegre) e Galeria Prego (2019, Porto Alegre). Dentre as diversas exposições coletivas que participou, destacam-se “Circulação” (2018, Fundação Ecarta); “Circuito Universitário da Bienal de Curitiba” (2019, Galeria deArtes e Caixa Cultural, Curitiba); “A menina mais feia da turma” (2019, Ateliê 397, São Paulo); “Tubarões sabem da existência de camelos” (2021, Corredor 14, Pelotas); “Não sou legal, tô te dando mole” (2022, Massapê, São Paulo); “Matéria Difusa – Um olhar sobre a coleção MACRS. Recorte Imargem” (2022, Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo, Pelotas); “Papel Aceita Tudo” (2022, Sé Galeria, São Paulo); “SORRY CAPS” (2023, Ainda Brasil, Aalvo Gallery, São Paulo); “Contra-Flecha: Gestos de Amor / Práticas de Sedução” (2024, Almeida & Dale, São Paulo); “Cidade Dorme” (2024, Caroço, São Paulo); “Nham Nham Nahm” (2024, MACRS, Porto Alegre); “De dar com a língua nos dentes” (2025, Itinera Arte, Rio de Janeiro); “Vizinhança” (2025, Caroço, São Paulo); “Qorpo Fora” (2025, Massapê, São Paulo) e “Fartura” (2025, Galeria Luísa Strina, São Paulo).

Em 2019, recebeu o prêmio “Fundação Ecarta” no “Salão Fundarte de Arte 10×10”. Sua obra integra os acervos da Fundarte Montenegro e do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS.

Obras

Sem título, 2026

Marina Borges

Sem título, 2026

Marina Borges

Sem título, 2026

Marina Borges

O Beijo, 2019

Marina Borges

Sem título, 2025

Marina Borges

I'm not Okay (I Promise) #2, 2022

Marina Borges

About the devil town, 2023

Marina Borges

I, 2025

Marina Borges

Sem título, 2024

Marina Borges

Exposições

Stromboli

Curadoria de Bernardo José de Souza

13.06
 — 

16.08.2026

Bolsa

Feiras

SP-Arte

Estande B05

08.04
 — 

12.04.2026

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