Em abril de 2026, a Bolsa de Arte inaugura o seu novo programa, que tem como principal diretriz encontrar um equilíbrio entre coesão e amplitude, por meio da diversidade geracional, contextual e de pesquisas e práticas dos artistas representados.
Na SP-ARTE, esse momento será representado em uma articulação que reconhecendo as correntes e movimentos do passado, colocado em relação com as novas discussões, mídias, linguagens e protocolos do presente, e que torna possível a criação de um campo de diálogo contínuo e conectado com a complexidade da contemporaneidade.
Dentre os artistas representados, destacam-se Maria Lídia Magliani, Carlos Pasquetti e Mauro Fuke, nomes que não só ajudaram a formar a trajetória de 46 anos da galeria, mas também contribuíram para a formação do pensamento contemporâneo brasileiro.
Partindo da obra “Na Madrugada Insone”, de Maria Lídia Magliani, a Bolsa faz um convite à deambulação. Fruto do delírio e dos perigos noturnos, a suspensão dos sentidos é operada pelos artistas através da criação de um mundo onírico, surreal e fantástico.